Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso. Não julgueis, para não serdes julgados; não condeneis, para não serdes condenados; perdoai, e vos será perdoado. Dai, e vos será dado; será derramada no vosso regaço uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante, pois com a medida com que medirdes sereis medidos também... Mestre Jesus Cristo.

Seguidores dos Pretos Velhos

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Orixás – Deuses ou Santos?




Nem um, nem outro.

É preciso entender que os Orixás são forças da natureza que atuam em todo o universo e que cada planeta tem seus Orixás atuando com toda a força e energia para o crescimento e a manutenção da existência dos seres e do próprio planeta.
Então Orixás não são deuses, não são santos, não são homens ou mulheres, são forças divinas da criação. Forças emanadas do próprio Olorum, Zambi (Deus), que não se desenvolvem ou evoluem, não podem ser incorporadas, aprisionadas, corrompidas ou manipuladas de alguma forma.

Essas forças de criação e manutenção constante da vida foram identificadas com homens e mulheres que as representaram enquanto encarnados e com reis e rainhas em alguns povos dando “cara” a uma plêiade de divindades.

Claro que se analisarmos alguns pontos bem interessantes vamos ver que a mesma compreensão simplista e primitiva dos nossos ancestrais são compartilhadas por povos de diferentes continentes e nações, como os gregos, os escandinavos, egípcios e até os silvícolas do nosso Brasil.

Se não levarmos em consideração a cor da pele, Thor deus do panteão escandinavo do trovão tem as mesmas qualidades que Xangô a divindade do panteão afro responsável também pelo trovão, apenas para esclarecer nosso ponto de vista, no Hinduismo na Índia temos como responsável pelo trovão o deus Indra.

Se estudarmos outros deuses nesses e em outros panteões, veremos que todos os povos têm deuses similares, com as mesmas qualidades, isso acontece porque os povos embora na sua juventude primitivista recebiam dos mensageiros do auto, do plano espiritual superior, a certeza de que haviam forças responsáveis pela manutenção e equilíbrio do mundo. Como sua compreensão não alcançava a plenitude que é possível nos dia de hoje, entendiam essas forças como podiam então, criavam deuses e imagens desses deuses com características humanas e passavam a respeitá-los, amá-los e temê-los.

A ciência, no início chamada de alquimia veio explicar esses fenômenos puramente naturais e colocá-los no seu devido lugar, a filosofia fez com que o homem pudesse compreender-se melhor e entender de forma natural seu papel no meio ambiente e avatares de sabedoria e amor trouxeram à humanidade em diversas épocas do desenvolvimento humano as explicações da natureza divina e suas ferramentas de trabalho e manutenção universal como os Orixás, anjos, querubins e etc., explicando a existência de Olorum, Zambi o criador com todas as suas criaturas por toda a vastidão do universo.

Fonte: http://eclesiadeluz.blogspot.com.br/

Um comentário:

  1. Lembrei da Aline, da Cidade das Pirâmides que em seu programa( www.deolhonomundo.com ) disse: “Entidades são nossas identidades ligadas aos seres da natureza, Orixás e Raios por sintonia de vibração”. Acredito que vocês têm muito em comum. Veja o programa: que fala de Sexta-feira 13, Símbolos Místicos, Ocultismo, Pirâmides - http://youtu.be/8sCk4Doi2YE e o seu blog:
    http://deolhonomundoblog.wordpress.com/,
    tenho certeza que gostarão! Abraços

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